segunda-feira, 20 de maio de 2019

LIGAÇÕES QUÍMICAS

Bolsistas: Shirley e Jair


Olá pessoal! 

Hoje vamos falar um pouco sobre ligações químicas, com o foco em ligações iônicas. As ligações interatômicas ocorrem entre átomos com o objetivo de atingir a estabilidade eletrônica, que ocorrem quando os átomos atingem 8 elétrons na camada de valência. Na teoria do octeto ou regra do octeto criada por Gilbert Newton Lewis, ele observou a estabilidade dos gases nobres e associou aos 8 elétrons da camada de valência. Lewis propôs que para adquirirem a estabilidade eletrônica os átomos tendem a perder, ganhar ou compartilhar elétrons para atingirem configuração dos gases nobres (FOGAÇA, 2019), de acordo com a tabela a seguir: 


Ligações iônicas         
A ligação iônica ocorre entre íons (cátions carga positiva, ânions carga negativa), nesse tipo de ligação ocorre transferência de elétrons de um para o outro que estão envolvidos na ligação. O átomo que perde elétron transforma-se em cátion, enquanto aquele que ganha elétrons transforma-se em ânion. Esses íons são atraídos por forças eletrostáticas (DIAS, 2019).


                                                Figura 1: Carga elétrica do NaCl.   
                     Fonte: http://saberenemquimicaefisica.com.br/wp/ligacoes-quimicas 


Características dos compostos iônicos
       São solúveis em água- os compostos iônicos são polares, por isso são solúveis em água, já que a água também é polar (FOGAÇA, 2019).

       Possuem altos pontos de fusão e ebulição- as várias ligações no retículo cristalino( organização dos átomos de forma geométrica), cria um obstáculo para a separação do íons que constituem a molécula. Assim, é necessário uma grande quantidade de energia para quebrar a ligação (FOGAÇA, 2019),.

       São cristalinos, duros e quebradiços em condições ambientes de temperatura-  essas características se devem ao retículo cristalino que pode quebrar-se ao sofrer impactos (FOGAÇA, 2019),.

       Conduz corrente elétrica quando dissolvidos em água ou fundidos- a corrente elétrica é o fluxo alternado de cargas elétricas que se movimentam de forma orientada. Assim, no estado sólido onde não há uma diferença de cargas, então esses compostos não conduzem energia, diferente do estado líquido ou quando estão dissolvidos onde há uma existência de íons que possibilita que os mesmo tenha a liberdade para se movimentar e for atraído pelo eletrodo, fechando assim o circuito elétrico (FOGAÇA, 2019).


                                     Figura 2: Composto iônico NaCl.



                                   Exercício
1. (FATEC-SP) A propriedade que pode ser atribuída à maioria dos compostos iônicos (isto é, aos compostos caracterizados predominantemente por ligações iônicas entre as partículas) é:
a) dissolvidos em água, formam soluções ácidas.
b) dissolvem-se bem em gasolina, diminuindo sua octanagem.
c) fundidos (isto é, no estado líquido), conduzem corrente elétrica.
d) possuem baixos pontos de fusão e ebulição.
e) são moles, quebradiços e cristalinos.

Alternativa “C”
Os compostos iônicos na fase líquida (fundidos) conduzem corrente elétrica porque os íons ficam livres (cátions e ânions separados). Na fase sólida, não conduzem porque os íons estão firmemente ligados uns aos outros (FOGAÇA, 2019).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
DIAS, D. L; Ligação Iônica.  Mundo educação: Química geral. Disponível em: < https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/ligacao-ionica.htm> Acesso: 13 de maio de 2019.

 > Acesso: 13 de maio de 2019.

FOGAÇA, J. R. V; Teoria do octeto. Manual da química. Disponível em: <https://www.manualdaquimica.com/quimica-geral/teoria-octeto.htm>  Acesso: 13 de maio de 2019.

 19 De Fevereiro De 2018. Disponível em: < http://saberenemquimicaefisica.com.br/wp/ligacoes-quimicas/ > Acesso: 13 de maio de 2019.

                                                                                            

O SABÃO CASEIRO TRADICIONAL NA GARRAFA PETE

Bolsistas: Geam Carlos e Marcos Antonio Ribeiro

Caros amiguinhos, quem nunca sofreu com roupa suja? As mães que o digam... com isso hoje iremos aprender a fazer aquele sabão que além de fácil é muito barato, pensa só como é maravilhoso economizar com um ótimo sabão caseiro, e melhor ainda, aprender uma maneira excelente sobre o magnifico mundo da química e suas inúmeras formas de pesquisas, trabalhando com metodologias e com o desvendar de cada descoberta, ter a oportunidade de se apaixonar por essa ciência que a cada ano se torna fundamental para nosso futuro.

                                                                    Imagem 01. 
                                                  Disponível em: https://bit.ly/2Q5nTsY www.encurtador.com.br/hmAQ1

      Você sabia que o sabão, usado por várias gerações é tão antigo quanto o surgimento do vinho, porém com origem desconhecida, é como disse Barbosa e Silva em 1995, que é “mais provável que tenha sido descoberta por acidente quando, ao ferverem gordura animal contaminada com cinzas, nossos ancestrais perceberam uma espécie de ‘coalho’ branco flutuando sobre a mistura”. Pensa que extraordinário, descobrir por acaso, se bem que durante toda história esbarramos em casos assim.

          Imagem 02
                         Disponível em: https://bit.ly/2DVdNTY
                                                      


Os primeiros indícios históricos da produção de sabão a partir de óleo vegetal foram encontrados no Papiro de Ebres, sendo que muçulmanos e árabes também utilizavam óleo vegetal em suas produções artesanais de sabões. Foram os franceses que produziam esses sabões em escala industrial. Em 1688, no império de Louis XIV, foi regulamentada uma lei que restringia o uso do nome savon de marseille, para os sabões que utilizavam somente o óleo verde oliva em sua composição (WANDAS et alii, 2004).
A junção do óleo de cozinha com álcool e soda cáustica formam um tipo de glicerol e carboxilatos de sódio, que é por ventura o próprio sabão, e eles se encontram juntos.

                                                              Imagem 03
Disponível em: https://bit.ly/2GtuC6m



Qual o coração do uso do sabão? O uso mais diário do sabão é a remoção de gorduras e na higiene pessoal, que vale de grande importância a nível econômico e social. A água por si própria não remove certas sujeiras, como por exemplo as de óleos, a explicação mais simples disso é que as moléculas de H2O são polares e as de óleos são apolares. O sabão interage com os dois tipos de moléculas, por apresentar pelo menos uma ligação com característica polar, que tem afinidade com a água, hidrofílica, e também uma cadeia carbônica apolar com a aversão pela água, hidrofóbica. (PINTO; et al, 2012).
Agora que entendemos um pouco sobre a parte um pouco mais cansativa que é também a mais importante, vamos colocar a mão na massa, e fazer aquele sabão que até Einstein diria ‘eureka’. Lembrando que você for de menor e quiser fazer esse experimento em casa, sugiro que peça a ajuda de um adulto, utilize óculos e luvas para sua proteção e divirta-se.

O que vamos fazer?
Fazer um sabão caseiro através de técnicas antigas e conceitos com métodos tão atuais, que encontramos em casa.

MATERIAIS E REAGENTES
 ·        Béquer ou um recipiente de 50 mL
 ·        Béquer de ou um recipiente 300 mL
 ·        Béquer de ou um recipiente 500 mL
 ·        Béquer de ou um recipiente 1500 mL
 ·        Bastão de vidro ou objeto para mexer a solução
 ·        Agitador Magnético (se houver)
 ·        Óleo de soja vegetal (de cozinha)
 ·        Álcool 95% (de supermercado)
 ·        Soda caustica comercial
 ·        Garrafa pete (2 litros)
 ·        Espátulas ou colher
·        Termômetro (se houver)
·        Funil
·        Recipientes para molde

 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

- Adicione em um béquer de 500 mL cerca de 260 mL de água destilada e aqueça a água no agitador magnético até que ela alcance cerca de 50°C, em seguida pese 150 g de soda cáustica e adiciona na água pouco a pouco, lembrando de sempre colocar em pequenas porções a soda na água e nunca o contrário.

- Após diluir a soda cáustica em água, em outro béquer de 1500 mL adicione 500 mL de óleo e aqueça até 25°C.

- Adicione em um béquer 50 mL de álcool.

- Depois do preparo das amostras, em uma garra pete de 2 litros, com ajuda de um funil, coloque todo o óleo na garrafa e adicione a metade da solução de soda cáustica, após esse procedimento tampe a garra e agite sem parar, lembrando que a reação formará uma pressão, com isso em breves intervalos abra um pouco a garrafa para liberar a pressão, essa agitação deve acontecer no período de 3 a 5 minutos.

- Depois de agitar, coloque o restante da solução de soda cáustica, em seguida adicione os 50 mL de álcool, tampe a garrafa e repita o processo de agitamento, dessa vez no período de 20 a 22 minutos.

-  finalizado o processo, em recipientes de molde adicione o sabão e deixe por repouso durante um período de 3 a 5 dias para solidificar.


QUESTÕES PÓS-EXPERIMENTOS
 1.    Identifique por meio de pesquisa qual a possível reação que é forma o glicerol e os carboxilatos de sódio (sabão).
 2.    O sabão teve força suficiente para quebrar as moléculas de sujeira?


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARBOSA, André Borges; SILVA, Roberto Ribeiro. XAMPUS. Química Nova na Escola. N.1. Nov. 1995. p. 4. Disponível em: <http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc02/quimsoc.pdf>. Acesso em: 09 out. 2018.


PINTO, Ana Catarina Lopes. Sabão, Detergente e Glicerina. In: PROJECTO FEUP, 2012, Universidade do Porto. FEUP. Porto, Portugal: ___, 2012. v. 01, p. 01-26.

WANDAS, C. M.; SIMON, I.; SCARTON, L.; MACHADO, R. B. Análise dos custos do sabão caseiro x industrializado. Projeto da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Departamento de Física, Estatística e Matemática - DeFEM. 2004




TRILHA DA QUÍMICA

BOLSISTA: Valdnei Cezar e Valdirene Duarte Silva

Olá galera!

Voltamos com mais um jogo pra vocês! O método lúdico pedagógico tem sido cada vez mais utilizado nas aulas de químicas, com proposito de fortalecer o contato entre o grupo, desenvolvendo tanto habilidades no contexto social, quanto no aprendizado.
Segundo Kishimoto (1994), o jogo é considerado como um tipo de atividade lúdica que possui duas funções: a lúdica e educativa, devem se apresentar em equilíbrio, se prevalecer a função lúdica não passara de um jogo, e se a função educativa predominar será apenas um material didático.
Utilizados como um modelo de recurso didático educativo os jogos podem ser utilizados em vários momentos na explanação de conteúdo, revisão e avaliação (CUNHA, 2004). O jogo faz que os alunos se esforcem, ativando o pensamento e a memória para responder as perguntas e consequentemente ganhar o jogo.

                                            Figura 1: Tabuleiro da Trilha de Química
                                  Fonte: MOURA, J, A (2011). https://editorarealize.com.br.

Confecção do Jogo

            Trilha da Química é formada por botões que devem ficar em poder de cada participante, um dado para indicará quantas casas os botões devem andar, e Trilha possui vários obstáculos, pelos quais os participantes devem atravessar. Serão confeccionadas cartas, nas quais terão pergunta e respostas e cartas desafios, que serão feitas aos participantes nas determinadas cores da trilha química. Pode ser utilizado os mais variados conteúdo de química.

Regras
Ao iniciar o jogo, cada participante deve jogar o dado e quem tirar o maior número, começa a brincadeira. Então, este participante deverá jogar o dado novamente e andar o número de casas indicado pelo dado. Os obstáculos pelos quais os alunos devem passar são perguntas referentes a conteúdos químicos discutidos nas aulas, e também algumas ordens para animar o jogo, como “volte 5 casas”, “ande 2 casas”, “mico”. O vencedor é quem ultrapassa os desafios primeiro e chega ao final.
Espero que tenham gostado! Aproveitem o jogo.

Referência:
CUNHA, M. B. Jogos de Química: Desenvolvendo habilidades e socializando o grupo. Eneq 028- 2004.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Pioneira, 1994.
MOURA, J.A.; SILVA,T.P.; SOUZA,C.A.B.;A utilização do jogo trilha da química como ferramenta lúdica,2011.


quarta-feira, 8 de maio de 2019

RESPIRAÇÃO CELULAR AERÓBICA

BOLSISTAS: Karolynne Marques e Thiago Braz


Olá pessoal. Tudo bem com vocês? 

Na matéria de hoje vamos falar sobre um processo metabólico vital para o funcionamento do nosso corpo, a respiração. A intenção dessa matéria é mostrar que esse processo não é tão simples como muitos pensam e é um processo muito químico. Vamos entender?
É de comum conhecimento que precisamos de oxigênio para viver e que obtemos esse gás através da respiração. Muitos acham que apenas o aparelho pulmonar é responsável pelo processo de respiração, o que em partes é verdade pois no pulmão ocorrem as trocas gasosas, onde entra oxigênio e sai gás carbônico. No entanto, a parte mais complexa da respiração acontece no interior das nossas células e é repleta de reações químicas. Não é à toa que diversas obras trazem uma equação geral para definir a nossa respiração:
C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + energia
Primeiro, vamos ter em mente que o processo de respiração ocorre para que nos possamos obter energia. O gás oxigênio é extremamente importante pois ele atua como agente oxidante de moléculas orgânicas (na equação temos a glicose), e estas quando são oxidadas liberam energia na forma de ATP. Pessoal, o ATP é uma abreviação para adenosinatrifostato, e para entendimento, vamos considera-los como pequenos pacotes de energia. A reação mostrada acima que define esse processo, é capaz de liberar cerca de 686 kcal.mol-1 e essa energia é liberada pouco a pouco na célula em uma sequência ordenada de reações químicas bem controladas.
Todas as células do corpo humano executam respiração celular, processo de que ocorre no interior das mitocôndrias. Nesse processo, substâncias orgânicas reagem com o gás oxigênio, liberando energia que é utilizada pela célula em seus processos vitais. Os produtos da respiração celular são água, e gás carbônico. Vamos tentar entender em linhas gerais como ocorre esse processo (AMABIS; MARTHO, 2004).
O processo de respiração celular é dividido em 3 etapas: glicólise, ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa e nestas etapas acontecem uma série de reações químicas. A primeira etapa, a glicólise, é uma sequência de 10 reações químicas catalisadas por enzimas, e a glicose é quebrada em 2 moléculas de ácido pirúvico. Este ácido será metabolizado posteriormente no ciclo de Krebs ao longo de oito reações subsequentes onde são liberadas duas moléculas de CO2, elétrons de alta energia e íons H+. Na última etapa citada, fosforilação oxidativa, irá ocorrer a reoxidação dos elétrons de alta energia que irão reduzir o gás oxigênio a moléculas de água, e a energia liberada pelos elétrons é usada na produção de ATP. Para demonstrar as etapas, vide a figura 1.



Figura 1: etapas da respiração celular.



Este conjunto de reações químicas que ocorrem no interior de cada uma de nossas células torna possível a realização de todas as atividades que realizamos no nosso dia-a-dia, desde os movimentos involuntários do nosso corpo, como o batimento do nosso coração, até o exercício físico mais intenso.


REFERÊNCIAS:

AMABIS, José Mariano; MARTHO, José Rodrigues. Biologia dos organismos. ed 2, São Paulo: Moderna, 2004.

AMABIS, José Mariano; MARTHO, José Rodrigues. Biologia das células. 2 ed, São Paulo: Moderna, 2004.

POR QUE AS PESSOAS POSSUEM CARACTERÍSTICAS DIFERENTES?

BOLSISTAS: Karolynne Marques e Thiago Braz


Olá pessoal, tudo bem? 

Na matéria passada vimos sobre as estruturas dos ácidos nucleicos e sobre algumas funções que estes podem ter. Resumindo, o DNA é responsável por armazenar informações genéticas, enquanto o RNA é responsável por ler, transmitir e “colocar em prática” informações que o DNA armazena. Mas qual a relação entre DNA e as pessoas serem diferentes? Fique mais um pouco nessa matéria e entenda.
O DNA está envolvido em uma série de processos. Dentre eles, a meiose (divisão celular) e algo especial que ocorre nele. Esse processo possui várias etapas, mas há um momento específico chamado crossing over. Nesse momento, há trocas de pedaços de DNA (Figura 1) que irão se recombinar e isso garante a variabilidade genética. Segundo Amabis e Martho (2004), graças a variabilidade genética, os indivíduos produzidos a cada geração são ligeiramente diferentes uns dos outros pois aumenta as misturas genéticas.




Figura 1: Crossing over.



Após a divisão celular novas fitas de DNA são formadas, mas o que tem de especial nessas fitas? Pois bem, nessas fitas estarão as informações genéticas de cada indivíduo e tais informações genéticas do DNA são responsáveis pelas características das pessoas como a cor do cabelo, dos olhos, da pele, altura e etc. Para Amabis e Martho (2004) todas as formas de vida no nosso planeta, têm suas informações genéticas codificadas na sequência de bases do DNA.

Lembra que o DNA é formado por um açúcar, um fostato e uma base nitrogenada? Pois bem, essa é a estrutura geral de toda molécula de DNA, no entanto, o que vai tornar a molécula de cada pessoa diferente das outras, principalmente, é a combinação dos pares das bases nitrogenadas (Figura 2); porque a forma que cada molécula possui suas bases nitrogenadas dispostas irá acarretar na produção de diferentes proteínas, substâncias que determinam a estrutura das células e controlam todos os processos metabólicos.




                                           Figura 2: Combinação dos pares de bases nitrogenadas.



O RNA entra em ação, e é o responsável por realizar todo o processo de ler o código genético, traduzi-lo e produzir as proteínas necessárias ao nosso corpo de acordo com o que “diz” o nosso DNA.


Referências

"DNA, Cromossomos, Gene, Genoma" em Só Biologia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2018. Consultado em 25/11/2018 às 19:34. Disponível em https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Seresvivos/Ciencias/biogenoma.php Acesso em 25 nov.2018 às 19:34

DNA E RNA. Disponível em https://www.diferenca.com/dna-e-rna/. Acesso em 24 nov.2018

AMABIS, José Mariano. MARTHO,Gilberto Rodrigues. Biologia das células. – 2.ed.- São Paulo: Moderna, 2004.