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quarta-feira, 29 de março de 2017

Dipirona Sódica


Bolsista: Joyce Souza
            Olá, pessoal!
 
   Figura 1: Estrutura química da dipirona sódica Hoje vamos aprender um pouco mais sobre um medicamento bastante consumido no nosso país, conhecido popularmente como dipirona ou metamizol, que são um nome genérico do ácido [(2,3-diidro-1,5-dimetil-3-oxo-2-fenil-1H-pirazol-4-il)metilamino] metassulfônico e/ou 1-fenil-2,3-dimetil-5-pirazolona-4-metilaminometanossulfonato de sódio.



                                 Fonte: http://antonini.med.br/geral/dipirona.html

A fórmula molecular da dipirona é C13H16N3NaO4S.H2O, e sua estrutura química tem um peso molecular de 351,36 g/mol, cerca de 44,44% de sua composição sendo de carbono e em média 6,54% de sódio.
Ela foi sintetizada pela primeira vez na Alemanha por volta de 1920, e ao observarmos sua molécula percebemos grupamentos importantes para sua ação no nosso organismo, como é o caso do grupo benzoico (que possui uma atividade anestésica cientificamente comprovada) e do grupo sulfato (motivo de sua alta solubilidade em meio aquoso e facilidade de absorção).
Dessa forma, muitos usam a dipirona para alívio de dores e febres. Sendo que, além de poder ser comprada sem prescrição médica, também é a base para composição de vários fármacos com outros nomes comerciais, como: Dorflex®, Buscopan®, Anador®, Dipidor®, Atroveran®, Benegrip®.
Então leitores, vamos procurar sempre ler a bula de qualquer medicamento, porque mesmo podendo ser consumida sem prescrição médica, a dipirona possui precauções e efeitos colaterais que são indicados justamente na bula do medicamento. Estejam sempre atentos!
Até a próxima pessoal!

Referências

ANTONINI. Ciências da Saúde: Dipirona. Disponível em: <http://antonini.med.br/geral/dipirona.html>. Acesso em: 07 mar. 2017.

MOREIRA, Diego Marques. Dipirona. Disponível em: <http://www.infoescola.com/farmacologia/dipirona/>. Acesso em: 07 mar. 2017.

PINHEIRO, Pedro. Dipirona-metamizol: indicações, efeitos colaterais e perigos. 2016. Disponível em: <http://www.mdsaude.com/2016/03/dipirona-metamizol.html>. Acesso em: 07 mar. 2017.

            

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Câncer




 Bolsista: Karla Soares Matias

Olá leitores, hoje iremos falar sobre um assunto muito polêmico e que nos preocupa bastante, o tão temido câncer.
Ouvimos diariamente nos noticiários, internet, escolas entre outros lugares que o câncer, na maioria das vezes, não tem cura. A luta contra esta enfermidade ainda está longe de ser vencida, apesar de diversos estudos realizados. Seja o câncer de mama, pulmão, pele ou leucemia, todos os tipos nos causam uma sensação de medo, dor e sofrimento.
Nesta matéria abordaremos um pouco sobre alguns desses cânceres, o que é e quais são seus sintomas.
Começaremos então pelo que aterroriza as mulheres, o Câncer de Mama, lembrando é claro que essa incidência de câncer também ocorre nos homens, porém com um índice muito baixo, cerca de 1% de casos já descobertos. Neste tipo de câncer as células sadias da mama começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e formando uma massa de células denominadas de tumor.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Anticoncepcionais

Bolsista: Karla Soares Matias

Olá leitores, hoje falaremos sobre um medicamento bastante conhecido, principalmente por nós mulheres, as famosas pílulas de anticoncepcionais.
Creio que todos sabem qual a função dessas pílulas, uma vez que é utilizada como um dos métodos contraceptivos para evitar gravidez indesejada, além disso, muitas mulheres também usam para controlar o ciclo menstrual.
Existem vários tipos de pílulas anticoncepcionais presentes no mercado, as mais utilizadas são as compostas por estrogênio e progesterona.
Exemplos de Anticoncepcionais.
Figura 1. Ciclo 21
Fonte: http://www.procuromaissaude.com/2014/04/ciclo-21-levonorgestrel-015-mg.html

O ciclo 21 é o medicamento mais usado em todo o Brasil devido seu baixo custo, diante disso, muitas pessoas adquirem o produto sem uma prescrição médica, fato este que não é recomendável.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Colírios

Bolsista: Karla Soares Matias

Olá Leitores! Vocês já devem ter ouvido falar sobre os colírios oculares, provavelmente a maioria utilizou ou conhece alguém que fez o uso deste medicamento. Hoje iremos conhecê-lo um pouco mais.
Existe vários tipos de colírios oculares, cada um com uma determinada função. Por isso, antes de adquirir o medicamento deve-se consultar um médico para que ele possa fazer um diagnóstico e assim orientá-lo quanto ao uso e tratamento mais indicado para o seu problema.

Figura1. Colírios
Fonte: https://www.tuasaude.com/colirio/

Dentre os diversos tipos de colírios temos:
Colírios Lubrificantes, responsáveis por lubrificar os olhos. Estes são mais utilizados por pessoas que utilizam lentes de contato. Um exemplo desse colírio é o Dunason, sua fórmula é o Sulfato de Condroitina.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

VITAMINA D

Bolsista: Karla Soares Matias

Oiiii pessoal! Vocês sabem qual a importância da vitamina D e de onde ela é extraída? É sobre este assunto que iremos tratar nesta matéria.

É bastante comum encontrar a vitamina D nos alimentos de origem animal, principalmente nos peixes, contudo a quantidade presente nesses alimentos não é o suficiente para atender as necessidades do nosso organismo. A maior obtenção desta vitamina é através dos raios solares, assim é importante adotar o hábito de exposição ao sol de 15 a 20 minutos por dia.
Figura1. Atum
Fonte: www.minhavida.com

Mas porque necessitamos dessa tal vitamina D?
A vitamina D é muito importante para o nosso organismo, pois diminui os riscos do câncer de pele, de osteoporose, gripes, resfriados e até problemas cardíacos. Em mulheres grávidas previne contra as chances de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre.
Com a correria do nosso dia a dia é difícil ter um tempo para o solzinho da manhã, por isso já existem medicamentos próprios para restaurar essa vitamina em nosso corpo.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Origem dos Medicamentos

                                                                                                                         
                                                                                                          Bolsista: Karla Matias

                                                                                                                                                                                                                                       
 Você sabe como surgiu o primeiro medicamento? As primeiras tentativas para curar ferimentos e até mesmo algumas enfermidades? Nesta matéria iremos falar sobre esses assuntos.
            Desde os primórdios os povos já ansiavam em descobrir algo que curasse as doenças, ou que pelo menos aliviasse a dor quando algum acidente acontecia.
        Ainda nas cavernas os seres que ali habitavam, faziam compressas com folhas para colocar sobre os ferimentos, evitando assim sua exposição. Ali já era o início de uma grande descoberta, pois com o passar dos tempos eles puderam observar que determinada planta aliviava a dor e até mesmo ajudava a cicatrizar as lesões.
          Galeno (129 - 199 aC), o fundador da farmácia, foi responsável por anunciar sobre o uso de plantas e vegetais para a cura de diversas doenças. Anos mais tarde, no século XV com o surgimento da mídia suas teorias foram divulgadas e a humanidade aprendeu a utilizar as plantas em forma de chás.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MORFINA

Bolsista: Karla Soares Matias

Nesta matéria iremos falar sobre um medicamento bem conhecido e bastante utilizado, a morfina. Ela foi a primeira droga derivada do ópio (em grego significa suco). O ópio é extraído de uma planta chamada Papaver Somniferum, oriunda da Ásia.

Figura1: Papaver somniferum, de onde o Ópio é obtido.
Fonte: http://www.infoescola.com/drogas/opio/

A morfina foi criada pelo alemão Friedrich Wilhelm Adam Serturner, no ano de 1803, esse nome foi dado em homenagem ao Deus grego do sono, Morfeu.

Figura 2: Friedrich Wilhelm Adam Serturner.
Fonte: http://sciencenotes.org/today-science-history-june-19/

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Medicamentos FITOTERÁPICOS







      
Bolsista: Karla Matias

Caros leitores, nesta matéria iremos abordar sobre um tipo de medicamento diferente que merece atenção e alguns cuidados, são os fitoterápicos.
O que são esses medicamentos?
Fitoterápicos são medicamentos que tem como seu princípio ativo, as drogas derivadas dos vegetais.

                 Figura 1: Medicamentos fitoterápicos (derivados da planta medicinal)
Mas não vamos confundir fitoterápico com planta medicinal. As plantas medicinais, são aquelas que possuem a capacidade de aliviar ou curar enfermidades e que têm uma tradição de uso. Para consumo é preciso conhecer a planta, saber onde encontrar e principalmente como prepará-la. No entanto, quando a planta medicinal é submetida a um processo de industrialização para se obter um medicamento, dá-se o nome de fitoterápico.
Como todo e qualquer remédio, os fitoterápicos também podem fazer mal a saúde, caso não sejam administrados corretamente. Alguns dos problemas apresentados podem vir a ser alteração na pressão arterial, no sistema nervoso central, entre outros.
Por isso os cuidados ao se optar pelo uso destes produtos são os mesmos destinados aos outros medicamentos. É importante procurar um profissional da área, seguir corretamente as instruções da bula, informar ao médico responsável sobre alguma alergia ou contra reação, ter cuidado ao misturá-lo com outros medicamentos, não consumi-lo com bebidas alcoólicas e sempre desconfiar de produtos que anunciam milagres.
Uma planta medicinal bastante conhecida e que ao ser industrializada se obtém um medicamento é a Aloe vera, popularmente conhecida como “babosa”.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Tipos de medicamentos

Bolsista: Karla Matias
Olá leitores, hoje lhes trago os tipos existentes de medicamentos e a sua principal utilidade na vida das pessoas doentes.
Lembrem-se, o que difere o veneno do remédio é a dosagem! Fiquem atentos.
Nos dias atuais para tudo se tem um remédio! Contudo são poucos aqueles que podem ser ingeridos por conta própria, o ideal é evitar a automedicação. É importante lembrar que muitos medicamentos são fortíssimos e que de modo algum podemos ter a iniciativa de tomá-los sem um acompanhamento médico, pois os problemas podem se agravar, caso as medicações sejam utilizadas de maneira incorreta. Por isso é importante ler a bula e sempre procurar a orientação de um médico.
Há diversos tipos de substâncias medicamentosas, cada uma com sua aplicabilidade. Podemos citar os injetáveis que inclusive tem um efeito bem rápido, sprays úteis para um efeito local, comprimidos, mastigáveis, xaropes, enfim, são muitos os tipos e cada um com seu propósito.
Olá leitores, hoje lhes trago os tipos existentes de medicamentos e a sua principal utilidade na vida das pessoas doentes.
Lembrem-se, o que difere o veneno do remédio é a dosagem! Fiquem atentos.
Nos dias atuais para tudo se tem um remédio! Contudo são poucos aqueles que podem ser ingeridos por conta própria, o ideal é evitar a automedicação. É importante lembrar que muitos medicamentos são fortíssimos e que de modo algum podemos ter a iniciativa de tomá-los sem um acompanhamento médico, pois os problemas podem se agravar, caso as medicações sejam utilizadas de maneira incorreta. Por isso é importante ler a bula e sempre procurar a orientação de um médico.
Há diversos tipos de substâncias medicamentosas, cada uma com sua aplicabilidade. Podemos citar os injetáveis que inclusive tem um efeito bem rápido, sprays úteis para um efeito local, comprimidos, mastigáveis, xaropes, enfim, são muitos os tipos e cada um com seu propósito.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

“CELOBAR”

                                                                    Bolsista: Glaucia Lima de Oliveira    

O celobar é um medicamento utilizado como contraste radiológico, substâncias com a função de absorver os raios X. Com sua ingestão os órgãos internos de todo trato gastrointestinal tornam-se brancos no filme do raio x, revelando a imagem da estrutura do órgão (figura 1) (JEOSADAQUE, et al 2006).
                                                                        Figura 1. Radiologia do intestino
http://radiologia.blog.br/images/exame-contrastados-1.png

Fonte: http://radiologia.blog.br/eventos/tag/b%C3%A1sico?limit=10&start=10
O uso de sais de bário, principal componente do celobar, como contraste radiológico foi descoberto em 1910 por Bache e Guinther (ARTUNK, 2010).
O íon bário é tóxico ao organismo humano, um possível envenenamento com este metal pode causar salivação excessiva, tremores, convulsões, hipertensão, hemorragias internas, paralisia dos braços e das pernas e poder causar ritmo cardíaco acelerado devido a ser um estimulante muscular extremante tóxico para o coração. Nos contrastes radiológicos é utilizado o sal de sulfato de bário que possui propriedades químicas que possibilita a presença deste composto no corpo humano sem causar nenhum dano. A figura 2 mostra o sal de sulfato de bário.